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Trama

Grátis no lançamento · macOS

Seus agentes conversam.Você deixa de ser o cabo.

Trama é um broker de mensagens entre sessões de Claude de longa duração. Identidade que sobrevive à sessão, caixa de correio durável, e um escalonador que decide quem roda, quando e com qual contexto.

O link chega em seguida, no seu e-mail. Guardamos só o endereço — sem nome, sem cookie, sem rastreador — para avisar quando sair versão nova. Para sair da lista basta responder qualquer mensagem dizendo isso.

macOS com Apple Silicon · assinado pela Apple · Claude Code instalado

Grátis para sempre para quem baixar agora — sem cartão e sem prazo. Deixe o e-mail e o link chega em seguida. Depois do lançamento passa a custar US$ 9 por mês, e quem já baixou continua sem pagar.

A janela do Trama: à esquerda a árvore de clientes e projetos; à direita uma conversa em que o humano pede um ajuste ao Gerente, o Gerente repassa ao orquestrador, e o orquestrador relata de volta. No cabeçalho, saltos, tokens e custo acumulado da conversa contra o teto.

Um pedido seu, três agentes, e o rastro inteiro numa tela — com o custo correndo ao lado do teto.

Hoje, o barramento é você

Sem o Trama

  • Você conversa com um agente numa aba e copia o que ele produziu.
  • Cola na aba de outro agente. Espera. Copia a resposta de volta.
  • Repete por nove abas, e é você quem lembra o que cada uma estava fazendo.
  • Fechou o navegador, acabou. Não sobra registro de quem pediu o quê.

Com o Trama

  • Um agente produz uma mensagem endereçada a outro.
  • O broker guarda na caixa do destinatário e agenda o turno dele.
  • O turno roda, o resultado volta, e a próxima mensagem sai daí.
  • Tudo fica no registro: instrução, mensagem, turno, custo, escrita no board.

A percepção que organiza tudo

Uma sessão de LLM é passiva: ela só computa quando alguém a invoca. Então “o Gerente envia uma mensagem ao Orquestrador” não é comunicação entre pares — é outra coisa, e confundir as duas é construir um chat bonito que trava na primeira mensagem assíncrona.

  1. 1
    O Gerente produz uma mensagemendereçada, tipada, dentro de uma conversa.
  2. 2
    O broker persiste na caixae ela sobrevive a fechar o app, cair a rede, reiniciar a máquina.
  3. 3
    O broker agenda e executa o turnodo destinatário — com o contexto dele, não com o seu.

A ilusão de dois pares conversando é, na verdade, um escalonador de turnos sobre sessões passivas. É esse primitivo que o Trama entrega.

Visão geral

A operação inteira, e onde ela está furada

Um território por cliente, e dentro dele a cadeia: Gerente → projeto → orquestrador → worker, mais os raios que servem o cliente inteiro — Escriba, Analista, Infra, DevOps. As arestas não são desenhadas, são derivadas do papel e do cliente de cada agente — por isso não existe uma entre dois clientes.

  • Cor é estado, nunca papel: vermelho parou, âmbar tem caixa esperando, azul está rodando agora.
  • O que ele mostra de graça são os buracos — projeto sem orquestrador, cliente sem Gerente, agente apontando para projeto que não existe mais.
  • Clicar vai até a coisa; o botão direito edita. No Gerente, ir até é a conversa.
A visão geral do Trama com dois clientes, cada um numa moldura própria. No primeiro, o Gerente e o Escriba à esquerda, dois projetos ao centro, os orquestradores à direita e um worker pendurado num deles com o card em que trabalha. No segundo, um cliente menor, sem Escriba.

Dinheiro

O gasto à vista, e um botão que para tudo

O total das últimas 24 horas fica fixo no topo da janela, com a fração do cliente mais perto do próprio teto ao lado — o teto de 24 h é por cliente, e comparar com o total daria um número tranquilizador justamente quando há muitos.

  • Um clique interrompe todos os turnos em voo e bloqueia o despacho, a varredura e o vigia.
  • Interromper sem bloquear não freia nada: a mensagem continua na caixa e o turno recomeça no instante seguinte.
  • Puxado, continua puxado depois de reiniciar o serviço — que é justamente o que se faz logo depois de puxá-lo.
A janela do Trama com o freio puxado: no topo, o gasto de 24 h em US$ 14,12 e o aviso de que o cliente está em 71% do teto; abaixo, uma faixa âmbar dizendo “Despacho pausado — nada roda, nem turno, nem varredura, nem vigia — até você soltar”.

Board espelhado

O board na sua tela, sem ir ao tracker

Cada varredura grava o estado dos cards no seu disco. A tela abre na hora, não gasta a cota da API do cliente a cada clique, e continua respondendo com o tracker fora do ar — que é justamente quando alguém vai olhar.

  • Card travado aparece travado, e diz por quem.
  • O que saiu da sprint é marcado, não apagado: “para onde ele foi” é a pergunta.
  • Cada card mostra quando foi visto pela última vez — a defasagem é dita, não escondida.
A tela de um projeto no Trama, com quatro cards espelhados da sprint. Um deles está destacado em âmbar com o aviso “travado por WEB-31”.

A fila

O Gerente propõe a ordem. Quem aplica é você

A sequência em que a sprint vai ser atacada, à vista e reordenável. O Gerente pode propor outra ordem — e escreve o porquê junto, porque sequência sem argumento só dá para obedecer ou ignorar.

  • A fila tem um caminho só para mudar, e ele passa por gente: nenhum agente reordena sozinho.
  • Card em ciclo de bloqueio é denunciado, não escondido: a fila o põe no fim e diz para desfazer o laço no board.
  • Nada se move na tela antes de o núcleo aceitar — mostrar uma ordem que não vai valer é justamente a que se lembra de ter visto.
A fila de cards de um projeto no Trama: no topo, a ordem que o Gerente propôs com o raciocínio escrito e os botões de aplicar ou descartar; abaixo, o aviso de cards travando uns aos outros e a lista numerada com o estado de cada um.

O Escriba

Escreve no board sem nunca tocar na credencial

O terceiro papel. O Gerente pede, ele escreve: fecha card, abre outro a partir de uma pendência achada no código, comenta, marca versão. É do cliente inteiro e não de um projeto — escriturar vale para todos eles.

  • As ferramentas rodam no núcleo, não no processo dele: o agente passa parâmetros, e quem carrega a credencial e fala com o tracker é o núcleo.
  • Toda escrita passa pelo mesmo caminho das automáticas — cai no diário e respeita o modo de simulação do projeto.
  • Chave de card é texto que um modelo escreve: cada operação confere o dono, e projeto de outro cliente responde “não existe”.
O diário de escritas no tracker do Trama: quatro linhas com o agente, o card e o que foi escrito — duas aplicadas, uma simulada e uma recusada pelo Jira, cada uma com o motivo.

Nível 3

O orquestrador delega, e o trabalho fica num ramo

Um orquestrador pode criar workers temporários para o trabalho técnico. Cada um nasce numa worktree git só dele, commita num ramo próprio e é aposentado ao terminar. A worktree some; o ramo fica, para você revisar.

  • Worktree por worker: dois agentes nunca editam o mesmo arquivo ao mesmo tempo.
  • O ramo sobrevive ao agente — sem isso, efêmero seria sinônimo de trabalho jogado fora.
  • Vem desligado: o worker é o único papel com Bash, Write e Edit.
  • E o ramo pode virar merge request: abrir, atualizar e fazer merge — desligado por cliente, e ligar é um ato explícito.
A tela de um orquestrador mostrando a árvore de delegação: dois workers, cada um com o seu ramo trama/…, um já entregue e outro em andamento, com turnos e custo.

Linha do tempo

O que aconteceu enquanto você dormia

Janela de 12 h, 24 h ou 7 dias, com o total de turnos e o gasto do período. Por padrão mostra só o notável — o que parou, o que mudou no board, o que foi delegado, o que voltou sozinho — e a rotina fica atrás de uma caixa de seleção.

  • Escalação e aviso de orçamento chegam como notificação do sistema quando a janela não está na sua frente.
  • O texto do agente aparece na conversa enquanto ele escreve, com as ferramentas que usou numa linha acima.
  • Lista truncada é dita: entregar um recorte em silêncio faria a lista parecer completa na noite mais movimentada.
A linha do tempo do Trama nas últimas 24 horas: board mudou, delegação a um worker, escrita aplicada no card, worker aposentado deixando o ramo, uma tentativa repetida em âmbar e uma conversa interrompida em vermelho pelo limite de saltos.

Histórico

Procure no que já aconteceu

Índice de texto completo sobre toda mensagem que passou pelo barramento — instrução sua, relato de orquestrador, escalação, conversa de worker. Responde enquanto você digita.

  • Prefixo enquanto se digita; frase exata entre aspas.
  • Sem acento funciona, porque é assim que se digita com pressa.
  • Cada achado diz de que conversa veio: seu chat, o board, ou uma delegação.
A busca do Trama com o termo “validação”: três mensagens encontradas, com o termo destacado e a conversa de origem indicada em cada uma.

Guardas

O freio existe porque a falta dele custa dinheiro

Dois agentes que podem se mensagear vão se mensagear para sempre. Os tetos são de custo por conversa, por cliente em 24 h e por turno — e o último é o único que age enquanto o turno roda.

  • Limite de saltos corta o vaivém A→B→A→B. Falar com você zera a contagem.
  • Teto diário por cliente: é o freio da madrugada.
  • Quando um teto estoura, a conversa para e você é avisado — guarda silenciosa é pior que o laço.
A tela de Guardas do Trama, com os tetos de custo por conversa e por cliente, limite de saltos, janela de deduplicação e o interruptor da delegação.

Quando um teto estoura, chega isto na sua caixa

Thread interrompida: limite de saltos atingido (7 > 6). Provável laço entre agentes.

E a conversa fica fechada: nenhuma mensagem nova entra nela. Uma guarda que dispara em silêncio é pior que o laço — você descobriria pelo extrato.

Cliente é limite, não etiqueta

As ligações do grafo são derivadas do papel e do cliente de cada agente. Não existe tabela de conexões para alguém editar, e não existe instrução de prompt pedindo que o modelo se comporte. Um agente de uma empresa alcançar um de outra é impossível por construção.

você Cliente A Gerente orq/site orq/app Cliente B Gerente orq/site orq/app impossível
Uma estrela por cliente. O humano é o único que atravessa — é ele quem contrata os dois.
  • A verificação vive no núcleo, antes de qualquer entrega de mensagem.
  • Conteúdo de card é dado, nunca comando.
  • Cada papel tem as ferramentas do papel — e a lista do que ele não tem é a que importa.
  • Um worker só endereça o orquestrador que o criou. Nem o Gerente, nem um irmão.
  • Chave de card é texto que um modelo escreve. Projeto de outro cliente responde “não existe” — porque “existe mas não é seu” já vazaria o que o isolamento protege.
  • Nome de ramo passa por validação mais apertada que a do git: a pergunta não é “o git aceita?”, é “isto é um nome de ramo, ou é alguém tentando outra coisa?”.

O que o Trama pede de você

Um sistema que trabalha sozinho precisa dizer, sem ambiguidade, quando não está trabalhando sozinho. São três filas, e são diferentes de propósito: juntá-las faria cada contador significar duas coisas, e um contador que significa duas coisas para de significar qualquer uma.

Caixa de entrada

O que chegou enquanto você não estava olhando: relatos e escalações.

esvazia quando abrir a conversa já é ler

Aprovações

Uma ação irreversível proposta, e ainda não feita.

esvazia quando você diz sim ou não

Esperando sua resposta

Um agente falou com você e parou. Ler o que ele disse não o destrava.

esvazia quando você responder

Ler não é responder, e é por isso que as duas primeiras não bastam. A terceira não guarda estado nenhum: ela sai da mesma listagem de agentes que a tela já carrega, e se apaga no instante em que a última fala deixa de ser dele.

As sete operações que pedem um sim

  • integrar um merge request
  • cortar uma tag
  • disparar um pipeline
  • criar ou alterar um agente
  • alterar a configuração de um projeto
  • mexer nos tetos de gasto e nas regras de proteção
  • acrescentar ou atualizar o preço, a janela ou o teto de saída de um modelo

proposto, esperando aprovação humana — isto ainda não aconteceu. Não relate como feito

A ação proposta vira registro, não efeito, e é essa frase que o agente recebe de volta. Ela existe porque um Escriba já relatou “card fechado” para um card que continuava aberto. Quem executa, depois do seu sim, é o núcleo — não há caminho em que o processo do agente chegue perto da credencial.

Dentro do app

Um assistente que explica o próprio Trama

Um chat na coluna da direita que fala sobre o app, e não sobre o seu trabalho: ele ajuda a entender o que está configurado e a mudar o que precisa mudar.

Lê a configuração de todos, e o conteúdo de nenhum

Cadastro, guardas, agentes e métricas atravessam a fronteira entre clientes; descrição de card e prompt de sistema, não. A linha cai aí porque cadastro e número são coisas que este app guarda porque alguém as digitou nele — e descrição de card é texto escrito por gente de fora, que é justamente o que não pode chegar de um cliente ao lado do outro.

Propõe, nunca aplica

Configuração de projeto, guardas e as tabelas de preço, janela e teto de saída de um modelo viram pendência, com o registro inteiro e o antes → depois à vista. O resumo diz de onde veio o número — da listagem do provedor, com data, ou digitado por quem pediu —, porque um preço mil vezes menor faz o freio nunca agir e nada na tela denuncia.

Não é um agente da sua frota

Nasce com o núcleo, em endereço fixo, como o humano: ninguém o cria, ele não pertence a cliente nem a projeto e não aparece em “novo agente”, na barra ou na topologia. A primeira versão o fez cadastrável, e estava errada.

O que ele nunca alcança está travado por teste

E por igualdade, não por lista de proibições: o risco aqui é a capacidade que chega sem ninguém decidir, e uma lista de proibições não cobre o que ainda não existe. Na primeira execução, o teste achou uma operação que ninguém tinha negado.

A resposta dele não entra na sua caixa de entrada; a escalação dele, sim. O filtro é por tipo e não por remetente — filtrar tudo o que vem dele engoliria justamente a mensagem que ele manda quando precisa de você.

E mais

Cada item aqui existe porque a falta dele custou alguma coisa.

A chave, o preço, a janela e o teto num lugar só

Por provedor e modelo, nos Ajustes: a linha é da instalação e não do agente — dez agentes no mesmo modelo usam a mesma linha do mesmo jeito que usam a mesma chave. Com a chave guardada, o campo de modelo passa a sugerir os do provedor e traz janela e preço no mesmo corpo, para gravar com a origem e a data ao lado; não conseguir listar não trava nada, e o campo continua aceitando o que você digitar. Cada ausência tem a consequência escrita ao lado, e elas são diferentes: sem preço o custo fica desconhecido, sem teto de saída não há estimativa antes da chamada — logo não há freio.

Rodar num modelo que não é o Claude Code

Um adaptador por HTTP fala com a API da Anthropic e com provedores compatíveis com a da OpenAI, cada um com a chave no seu cofre e URL própria por agente. Os dois caminhos não entregam o mesmo agente, e o app diz qual é qual: na API da Anthropic ele mantém as ferramentas do barramento e não ganha as do disco — não há máquina do outro lado; no formato OpenAI não vai ferramenta nenhuma, então ele conversa e relata. Por isso os papéis que só existem para chamar ferramenta — orquestrador, Escriba, DevOps, Infra — são recusados ali, em vez de salvos e respondendo texto como se tivessem trabalhado.

Custo que ninguém mediu deixa de ser zero

Turno sem preço conhecido aparece como custo desconhecido, e não como US$ 0,0000. O total ganha um + e diz quantos turnos faltam: piso comparado com teto freia tarde, nunca cedo, e uma planilha que soma pisos rateia errado com cara de exato. A coluna vai no CSV também.

Modelo sem preço cadastrado é recusado

Antes ele custava “o preço do Sonnet” — chute que errava por cinco vezes para baixo num modelo caro, e um freio que conta menos do que se gasta é um freio que não age. Com teto configurado, agora o turno é recusado dizendo qual preço falta cadastrar.

O histórico que não cabe é cortado, e o agente sabe

Um bloco do meio sai, o começo da conversa e a parte recente ficam, e o agente é avisado do que perdeu — quem esquece sem saber afirma lembrar. O que fica gravado continua sendo a conversa inteira; só o corpo da chamada encolhe. A janela de cada modelo vem de cadastro, porque chutá-la para mais mata o turno.

Tirar cards da fila, com o que se perde escrito

A confirmação nomeia quem dependia do card removido. E a linha de quem ficou destravado passa a dizer que ele sai sem esperar, em âmbar: nomear uma espera que não existe mais lê como restrição respeitada, e é o oposto.

Identidade que sobrevive à sessão

O agente tem endereço, papel, caixa e histórico próprios. A sessão morre e renasce; ele continua sendo quem era.

O loop do orquestrador fora do LLM

Sprint aberta, filtro por label, grafo de bloqueios: roda em código, é determinístico e não custa token. O modelo só acorda quando há o que decidir.

Escrita no board começa em simulação

Todo projeto nasce registrando o que teria escrito. Ligar a escrita real é uma decisão explícita, por projeto.

Falha classificada, não “deu erro”

Queda de rede volta sozinha com espera crescente. Erro de configuração para e espera você, porque repetir não resolve.

Claim atômico no tracker

A transição de status é o lock: nenhum trabalho começa sem ela. É o que impede duas pessoas — ou dois agentes — no mesmo card.

Núcleo no servidor, janela no seu Mac

A orquestração continua com o notebook fechado. A janela chega nele por um túnel SSH que o próprio app levanta e reabre se cair. Um agente pode ser marcado para rodar na sua máquina, com o disco e o PATH dela.

O Analista, que responde “por quê”

Um papel só de leitura, para diagnosticar por que um card não anda ou por que um agente parou. Ele lê metadados, nunca corpo: nenhuma descrição de card, nenhum comentário, nenhuma mensagem entra na resposta dele.

Um terminal dentro da janela

Para o momento em que algo inesperado acontece e seis botões não bastam. É PTY de verdade — htop cabe, less pagina, vim abre. E não é uma operação da API do núcleo: um shell ali seria execução arbitrária ao alcance de qualquer agente com o token.

Instalar e atualizar o núcleo pela janela

O serviço no seu servidor sobe, atualiza e é conferido daqui — com backup do banco antes, e recusando atualizar com turno rodando. Antes era um roteiro para lembrar a cada versão.

A saúde do servidor, e o que ela custa

CPU e memória do núcleo, migração aplicada, permissões, turnos abertos e o estado da unidade — na tela, sem abrir SSH. Um daemon com login pendente sobe normalmente e falha em todos os turnos.

Abre merge request sem ganhar um shell

Cada operação de git é um comando de argumentos fixos: o modelo escolhe qual e informa nomes de ramo — nunca compõe uma linha de comando. Sem sh -c, sem encadeamento, sem argumento livre. O merge confere o pipeline antes e recusa vermelho, correndo, ou falha ao consultar: não saber se passou não é o mesmo que ter passado.

Quanto do plano sobrou

O dólar da visão geral é preço equivalente de API — numa assinatura ele não sai de lugar nenhum. O que interrompe o trabalho às três da tarde é a janela de cinco horas fechando, e é isso que a barra do rodapé mostra.

Mover e comentar um card você mesmo

Sem agente no meio. O caminho antes era pedir ao Gerente e esperar dois turnos pagos para executar uma decisão que já estava tomada. Os destinos vêm do workflow do cliente, não de uma lista nossa.

O que o tracker recusou, por motivo

Dez cards barrados pela mesma regra são um problema de configuração. Antes essas falhas eram gravadas e ninguém as via, e o card aparecia parado, com cara de trabalho pendente.

Ligar a escrita real pede confirmação

Só neste sentido. Voltar para simulação reduz o que o app pode fazer e acontece direto; ligar amplia, e o que está do outro lado é visível para o time do cliente.

Só o sucesso consome a mensagem

Turno que falha, é interrompido ou estoura o tempo devolve o trabalho à caixa. Fechar o app no meio de um turno não perde nem duplica nada — e turnos órfãos voltam à fila na partida seguinte.

Adoção de sessão existente

Um agente pode continuar de uma conversa do Claude Code que já roda há meses. Contexto que nenhum prompt de sistema recria.

Mensagens paradas em caixa que ninguém lê

Entregar numa caixa é operação válida: nada falha, a tela diz “enviado”, e a mensagem espera para sempre um agente arquivado. Uma tela lista essas, e diz o motivo de cada uma.

Arquivar tem volta

Cliente, projeto e agente saem da lista sem sumir do histórico, e voltam com um clique. Não há remoção permanente, de propósito: turnos, mensagens e escritas no board apontam para esses registros.

Exportar

Conversa em Markdown, com custo, saltos e tokens no cabeçalho; gasto em CSV, uma linha por agente e por dia, para dividir por cliente numa planilha. O arquivo nasce na máquina da janela, não na do núcleo.

Português e inglês

Trocáveis na hora, a interface inteira. E tema claro, escuro ou o do sistema — acompanhando o sistema inclusive quando ele vira à noite.

Onde os seus dados ficam

Na sua máquina

SQLite no disco. O app não tem conta nem login: ele nunca fala com um servidor nosso. O e-mail que você deixa aqui fica neste site, e não dentro do produto.

Sem telemetria no app

O app não manda nada para lugar nenhum. Não há “lugar nenhum”. Este site conta visitas de página e pedidos de link — no nosso próprio domínio, sem cookie e sem perfil, e nada é guardado no seu aparelho. O seu endereço não entra nessa conta.

Segredo fora do banco

Credencial de tracker vai para o chaveiro do sistema, ou arquivo 0600 num servidor sem chaveiro.

Servidor, se você quiser

O núcleo roda como serviço numa máquina sua, e a janela chega nele por um túnel SSH.

Instalar

Onde o app roda hoje. O núcleo já roda em Linux como serviço, numa máquina sua.

  • macOS Apple Silicon
  • Linux amd64
  • Windows em breve
  • Claude Code instalado e autenticado — é o caminho padrão de cada turno. Um agente pode ser posto para rodar por API, e aí ele não é preciso.
  • Uma assinatura da Anthropic, ou uma chave de API. O Trama não revende turno.
  • Acesso ao tracker do cliente, se você quiser que ele leia o board.

O instalador está sendo preparado. Enquanto isso, a instalação é combinada direto.

O Trama não substitui o Claude Code — ele orquestra o que você já paga. O custo dos turnos continua indo direto para a Anthropic, e o app existe em boa parte para que esse número fique à vista.

Preço

Oferta de lançamento

Grátis

no lançamento · para sempre, para quem baixar agora

Quem instalar o Trama durante o lançamento não paga nunca. Não é teste de trinta dias nem versão reduzida: é o app inteiro, e continua seu quando o preço entrar.

Agora — grátis, para sempre

  • O app inteiro, sem função escondida.
  • Sem cartão e sem prazo — só o e-mail para o link chegar.
  • As versões seguintes continuam vindo.

Depois — US$ 9 por mês

  • O preço para quem chegar após o lançamento.
  • Cobrança mensal, cancelável a qualquer momento.
  • Quem já baixou não é cobrado.

O link chega em seguida, no seu e-mail. Guardamos só o endereço — sem nome, sem cookie, sem rastreador — para avisar quando sair versão nova. Para sair da lista basta responder qualquer mensagem dizendo isso.

Isto não inclui o que os turnos custam à Anthropic. Esse número é seu e continua seu — e boa parte deste app existe para que ele não te surpreenda.

Pare de ser o cabo entre as suas abas.

Como instalar
Ambiente de staging — não é o site publicado 9b1ba194